segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Battle of the Bellydance Hotties: Mestani Eih - Amal Hijazi

E aí habibas!!!

Depois da vitória da minha DIVA Randa Kamel na primeira edição do "Battle of the bellydance hotties", vamos para mais um embate.

Para começar bem a semana, uma musiquinha moderna DELICIOOOOOOSA para inspirar nossos seres dançantes.

O páreo será entre a Jillina, com sua apresentação no Brasil, e uma bailarina alemã chamada Aliya Ilaida. Achei interessante colocar um vídeo de alguém fora do eixo Brasil-Egito-Líbano-Estados Unidos-Argentina-Russia para ver "que bicho dá". É com vocês. A enquete estará no ar até 25/02/2010. Enjoy

Aliya Ilayda



Jillina



Vote! Vote! Vote!



Qual a melhor intérprete de Mestani Eih, de Amal Hijazi

Jillina - USA

Aliya Ilaida - Alemanha






sábado, 6 de fevereiro de 2010

No palco com... Samara!!!

Olá habibas...

Hoje vocês vão poder conhecer algumas das opiniões da Samara, que respondeu o questionário do blog com 459852384123 perguntas.

Deixe eu me adiantar e dizer que sou TIETE DE CARTEIRINHA da Samy desde o ano de 2006 quando ela tinha um outro blog que tinha por premissa básica a sinceridade escancarada e cheia de humor. Tipassim: me apaixono loucamente por pessoas que, como eu, não tem medo de dizer a verdade! É uma pessoa inteligentíssima, tem um grande amor pela dança, e tem muito a nos ensinar. Eis algumas de suas respostas:


1.Você acredita que as fusões descaracterizam a forma como o público enxerga a dança do ventre?

Bão, eu acho que fusão de qualquer coisa com qualquer coisa precisa ser feita com muita seriedade. Precisa ter uma justificativa do ponto de vista cultural e um conhecimento REAL das danças envolvidas. Quando isso acontece, eu pago pau. Luana Mello é um bom exemplo de como se faz isso, porque o conhecimento dela de outras danças, quando ela faz fusão, vai muito além do “senso comum”.
Mas a verdade é que a maioria das coisas apresentadas como fusão é feita loucamente nas coxas, uma desculpa para figurinos esdrúxulos, vulgares e sem sentido. Para a escolha de qualquer música sem justificativa. Acho que fica desagradável de ver e só confunde um público que ainda não está formado, sim.


4.Qual a sua opinião sobre a “presença” e “influência” do ballet clássico na dança do ventre praticada hoje?

Acho inevitável que aconteça. Temos Mahmoud Reda e Farida Fahmy para marcar o que não pode ser ignorado, por mais que nos irritemos politicamente com eles. Não dá para fingir que não aconteceu.
Mas eu, particularmente, gosto de dançar e ver dança dentro do estilo mais “baladi” possível, pé no chão e quadrilzão. Questão de opinião puramente pessoal.
Até gosto de performances “balezísticas” quando bem executadas, mas só para olhar. Exigem conhecimento, força, agilidade, treino e muito cuidado para evitar lesões.


20.Você, enquanto aluna, cobra um feedback de sua professora regularmente? Justifique.

Tenho muita pena das pobres das minhas professoras. Karina Iman costumava dizer (brincando, claro, porque ela é de um humor, paciência e gentileza fenomenais) que eu sou a aluna mais chata que já passou pela sala dela.
Eu pergunto, eu reclamo, eu critico as musas delas, eu trago informação nova e questiono, eu levanto e dou uma banda se acho que meu corpo não está em condições de realizar (quando eu acho que existe a possibilidade de lesão, por exemplo). Sou sempre polida ao fazer isso, acho fundamental.
Mas minha relação com a dança é muito séria (apesar de amadora, repito) pra deixar passar batido.


25.O que você considera inaceitável no figurino da bailarina?

Inaceitável, só vulgaridade. Pepeca/calcinha/peitinhos aparecendo só contribuem para piorar o status da dança como um todo. Chato, careta, mas é verdade, né. Só posso lamentar a revolta de quem acha que a situação de performance artística justifica partes íntimas na cara do público. (Sim, já vi. Sim, em teatro. Sim, discutiram comigo quando disse isso.)
Mas mau gosto também incomoda um bocado. Menos é mais, mesmo em dança do ventre. Isso vale tanto para cores (em especial, COMBINAÇÃO de cores), como para bordados e mesmo para brilho. (Sim, tenho Lua em Libra, algumas coisas me incomodam deveras.)  Taí a Nour para provar.


29.Você aceita críticas? Justifique sua resposta.

Claro. Senão não cresço nunca. Embora minha mais rigorosa crítica seja eu mesma.
Mas é obvio que fica mais fácil por não ser profissional. Talvez por isso mesmo essa seja minha opção.


30.Você acredita que marketing “de internet” – scrap no orkut, e-mail – traz resultado para a bailarina?

Traz. Principalmente quando é exagerado: causa um ódio intenso.
Mas, sem brincadeira, aqui em Porto Alegre a gente sabe de tudo pela Internet. Eu perderia muito evento se não fosse esse tipo de divulgação.
Só, que falando sério: não exagerem, que o efeito é reverso. Bom senso é TU-DA!


36.Qual seria seu conselho a uma aluna que parou de fazer aulas por solicitação do marido?

Acorda, criatura! O último homem que podia mandar em você era seu pai! E ainda assim até os 21.


45.Se tivesse a oportunidade de “ressuscitar” ou “trazer de volta à juventude” uma bailarina, qual seria? Por que?

Naima Akef. Porque o que temos dela é muito pouco, ela teria muito mais a ensinar. E te digo outra, seria vanguarda hoje em dia, estaria estudando tudo e misturando tudo. E bem.


 
Samara Leonel tem 37 anos, é de Porto Alegre (Deu pra tí, baixo astral - Vou pra Porto Alegre: Tchau!!), e faz questão de frisar que é AMANTE AMADORA da dança do ventre. Escreve o blog "Da dança além do corpo", não deixe de visitar!!
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Putz, tipassim, fiquei suuuuuuuper feliz de ver que não tem só eu no banquinho de torcida da Naima Akef!

Muito obrigada a Samy, não só pelas respostas do questionários, mas também pela participação nos comentários do blog, e pelo carinho com o Amar el Binnaz. 

Samy, vc é PHODA!!

Grande beijo.

Novo Layout... DE NOVO?

Olá meninas...

Resolvi acatar a sugestão da Elaine, amiga anthyyyyyyyyyyyyyga aqui do blog e maravilhosa vitaminada do blog Ventrevida.com, e mudei para um fundo branco para facilitar a visualização, realmente letras pretas em um fundo verde escuro não estava a melhor das maravilhas!!!

Espero que gostem do novo layout, e quem manjar muito de blog pode me dar dicas de como colocar minha fotim no header?

Beijins

Verinha

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Atualizações e novidades!!


Olá habibas!!

Eu sei, eu sei... tô em falta com vocês na atualização do blog. É verrrrrrdade!!
Masssss... teremos novidades, parcerias, sorteio...

Ops, falando em sorteio:

Lembram desse post aqui?

http://amarelbinnaz.blogspot.com/2008/12/sorteio.html

Pois é, faz mais de um ano... Estamos bem próximas da meta de 100 seguidoras, e o sorteio continua de pé, massss... teremos upgrades:

Além do DVD da Michelli Nahid - Tempos, que é de estudo obrigatório para todas as habibas, a sortuda levará também um Vale Presente de R$ 50,00 de O Boticário para ficar linda, cheirosa e gostosa.
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A Samy lindona, do blog "Da dança além do corpo" me mandou a resposta para aquele questionário enooooooorme, e tem material de sobra para nos inspirar. Assim sendo, irei publicando as respostas da Samy em doses homeopáticas. Valeu Samy!!!

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A partir de 10/02/2010, toda quarta será o dia da "Dança da Leitora", com vídeos das amadas leitoras do nosso blog. O objetivo é nos conhecermos e trocarmos experiências de aprendizado. Os vídeos serão escolhidos no youtube. Se você deseja participar dessa seção do blog, me mande um e-mail para neguinhamoreira@gmx.net com o link de sua apresentação e publicaremos bem bunitim, ok?

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Para finalizar, a titia participou de um corcurso que iria eleger a melhor frase de Fat Pride começando com:
"Sou uma poderosa gordinha porque..." e, olha que legal: GANHEI!!! AAAAAAAAAdouro!

Depois passa lá, e aproveita para checar o blog da Alcione que um tudibom:

http://poderosasgordinhas.blogspot.com/2010/01/resultado-promocao.html

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Agora deixa eu ir porque a minha empregada, não sei se vcs conhecem, a Verinha (insolente, insolente) é lenta demais, ô mulé lenta... ahahha...

Beijim

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Perguntas... perguntas... perguntas...


Olá habibas!

Há alguns meses atrás, eu, Luana e Naznin planejávamos fazer uma tarde informal de blogueiras tomando um gostoso café e falando bastante sobre dança do ventre, maquiagem, consciência corporal, base de outras danças, enfim... Nossa idéia era fazer um fórum de debates sorteando de uma cesta uma pergunta a cada uma das participantes. O encontro não rolou, mas minhas perguntinhas estão aqui.

Se alguém quiser responder, fazer um texto e quer que seja publicado aqui no blog, sinta-se à vontade, e me mande no e-mail neguinhamoreira@gmx.net, com nome, idade, cidade e  uma foto para que eu possa publicar, ok?

Aqui vão:

  1. Você acredita que as fusões descaracterizam a forma como o público enxerga a dança do ventre?

  1. Você acredita que deve haver um tempo mínimo de estudo para a bailarina ser considerada “profissional”?

  1. O que você entende por “personalidade” na dança?

  1. Qual a sua opinião sobre a “presença” e “influência” do ballet clássico na dança do ventre praticada hoje?

  1. Você acredita que, devido a grande influência do ballet na dança do ventre praticada hoje, é necessário uma formação prévia em ballet clássico?

  1. Qual a sua opinião sobre a proliferação de “baladas árabes” em SP?

  1. Você acredita que as baladas árabes popularizam a DV?

  1. O que faria você mudar de professora / escola?

  1. Qual a sua opinião sobre a associação da dança do ventre com o sagrado feminino?

  1. Se pudesse mudar algo AGORA e PARA SEMPRE em sua dança, o que seria?

  1. Você acredita que exista uma “moda” em relação a como a dança é executada hoje?

  1. Qual a sua opinião sobre direção artística na dança do ventre?

  1. Você acredita que a bailarina deve ter algum tipo de formação “secular” qualquer?

  1. Qual a sua opinião sobre os cursos superiores de graduação em dança disponíveis no mercado?

  1. Qual a contribuição, seja ela pequena ou grande, que você tem dado para mudar a realidade atual da dança do ventre?

  1. Qual o valor você considera justo para um workshop?

  1. Qual sua opinião sobre o formato dos workshops que são ministrados hoje?

  1. Você acredita que uma boa bailarina é aquela que tem o currículo cheio de workshops?

  1. Você faria um workshop com um tema “subjetivo”?  (Como ser uma campeã mundial, workshop de estilo pessoal, etc..)

  1. Você, enquanto aluna, cobra um feedback de sua professora regularmente? Justifique.

  1. Você consegue dissociar a “tiete” da “estudante”?

  1. O que falta para a dança do ventre se tornar uma séria opção de entretenimento?

  1. Qual sua opinião pela popularização tão rápida da dança tribal?

  1. Você considera formação em “outras danças” essencial para a prática da Dança do Ventre?

  1. O que você considera inaceitável no figurino da bailarina?

  1. Você faz parte de alguma comunidade no Orkut ligada à Dança do Ventre? Qual a melhor comunidade na sua opinião?

  1. Você participa ativamente de uma comunidade de Dança do Ventre no Orkut, compartilhando conhecimento e emitindo opiniões?

  1. Você colocaria um vídeo seu no youtube? Se não, por que?

  1. Você aceita críticas? Justifique sua resposta.

  1. Você acredita que marketing “de internet” – scrap no orkut, e-mail – traz resultado para a bailarina?

  1. Qual a sua opinião sobre o Marketing ligado à Dança do Ventre? Propaganda é realmente a  alma do negócio?

  1. Você já teve acesso a um “Método de ensino” de Dança do Ventre? Se sim, quais as qualidades?  E os defeitos?

  1. Quais vídeos você estuda mais: os didáticos nacionais ou os didáticos importados?

  1. Qual sua opinião sobre os blogs de dança? Você acredita que eles agregam valor à sua forma de enxergar a dança?

  1. Qual seria sua reação se seu marido/namorado/ficante/peguete/tico-tico no fubá te impedisse de praticar Dança do Ventre?

  1. Qual seria seu conselho a uma aluna que parou de fazer aulas por solicitação do marido?

  1. Você acredita que religião e dança podem coexistir?

  1. Qual sua opinião sobre as cantoras que acrescentam DV à sua performance (Joelma – cruzes – Beyoncé, Shakira...)

  1. Você assistiu ao “Clone” ? Você chegou a ver alguma bailarina famosa que você conhecesse na novela?

  1. Você costuma assistir espetáculos de outras danças?

  1. Você conhece bailarinos de outras modalidades? Quais?

  1. Você se interessa por algum programa de TV que exiba dança? Qual?

  1. Qual sua opinião sobre a popularização do estilo bollywood?

  1. Quanto você estuda de bailarinas antigas? Quais?

  1. Se tivesse a oportunidade de “ressussitar” ou “trazer de volta à juventude” uma bailarina, qual seria? Por que?


Novamente, se alguém quiser responder, fazer um texto e quer que seja publicado aqui no blog, sinta-se à vontade, e me mande no e-mail neguinhamoreira@gmx.net, com nome, idade, cidade e  uma foto para que eu possa publicar, ok?

Beijos a todas

domingo, 24 de janeiro de 2010

Battle of Bellydance Hotties: Randa Kamel X Nour

Olá habibas!

Inspirada no blog da Lory que sempre traz diversas bailarinas interpretando uma mesma música, resolvi criar a versão "online"  e "bellydance" desse programa do E! (Battle of the Hollywood Hotties) que é uma bobagem mas eu adoro.

E o primeiro tema vai ser "Akdeb Aleik", já que viciei nessa música quando vi o DVD da Mahaila.

Vamos às concorrentes:

Nour



Randa Kamel



A apresentação da Randa tem Akdeb Aleik e tem Lemouni al naas na sequência, mas só a primeira vale, ok?

Para votar, vc precisa ativar pop-ups para este site. A votação vai até 30/01/2010. E você poderá deixar sua opinião sobre as apresentações nos comentários, tcherto?

Vote:


Qual a melhor performance de Akdeb Aleik, de Fadel Shaker?

Randa Kamel

Nour








Um beijo grande e boa semana!!!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Balada árabe



Há muito que quero escrever sobre os eventos árabes da noite paulistana, terrinha da garoa (atualmente da chuva torrencial, que é igual a enchente). Hoje em dia, não é necessário pagar os inacreditáveis 50 reais que cobra a Casa de Cha (as Noites do Harém custam 20 e tantos, porém sem direito ao serviço), para assistir Dança do Ventre com qualidade.

Maevva, Capital, Alibabar, Ébano, Dunas e outras tantas casas noturnas por aí tem ao menos uma das noites da semana dedicada à Balada Árabe. Isso significa: aluguel de narguille, música (e comida, talvez) árabe e, via de regra, dança do ventre.

Essa é a tão esperada "expansão" do mercado de dança do ventre, e abre espaço para diversas profissionais, de diversos estilos, apresentarem seu trabalho. Ops: tirando os estabelecimentos que fazem questão que suas bailarinas sejam tchaiwalas, ou seja, "moças do chá".

Para quem curte: Óooootemo. Diversas opções de entretenimento sempre significam "preço baixo", principalmente se houver dois eventos em uma mesma noite - a tal "lei da concorrência".



Mas... e para as bailarinas? Será que é ooooootemo também?

Sinceramente? Não acho. Acredito que trata-se somente de "projeção pessoal", "marketing", sem o retorno financeiro esperado. É claro que, para as famosas tchaiwalas da dança do ventre paulistana, o valor cobrado por show não deve ser o mesmo pago para quem não é tchaiwala, não tem DVD gravado, não ganhou o Mercado Persa e nem está entre as globais da novela "O clone".

No geral, uma casa noturna paga bem menos do que pagaria um contratante "avulso". E pode ter certeza de que há um monte de gente desprezando contratos para dançar em um Maevva da vida.
Isso é ruim?

Não tenho certeza, mas creio que, de alguma forma, ajuda (ou influencia) a que os cachês cobrados pelas bailarinas sejam nivelados por baixo.

Pegando um exemplo secular bem tosco, se você quiser ter aulas de canto com a Paula Lima (que eu ADORO, mas não está no primeiro escalão da MPB), você terá que desembolsar, digamos, 500 reais. Mas, se você quiser contratar a Paula Lima para um show, onde ela irá mostrar o que sabe de melhor, ela não tira o bumbum da cadeira por menos de 5.000 reais. Isso sim é valorizar o trabalho.

E é por isso que eu fico tão REVOLTADA com certos valores de workshops por aí. Porque sei que por 3 ou 4 horas de aula, com um monte de gente na sala, às vezes sem chance de ser corrigida, eu pagarei, no mínimo, o triplo (e todo mundo que está na sala, o que perfaz um MONTE de dinheiro) do que a bailarina ganharia para dançar de hora em hora, das 19 às 24 horas.

Enfim, voltando ao assunto do valor, aqui em Sampa (eeeeeê São Paulo) se paga MAL à artista de dança do ventre, mas todo mundo acha LINDO, e a agenda dos organizadores das Baladas Árabes está lotada de bailarinas até o final do ano.

Como admiradora de dança, ainda me choca um pouco ir a uma casa noturna e ouvir na mesa do lado: "Aeee gosshhhhtosa, óia, torta de goshhhhhhhtosa". E, não raro, ao perceber o olhar do cavalheiro, a bailarina se aproxima para dançar perto dele... Vixi maria. A noite de São Paulo tá cheia de caras que parecem ter saído da especialização em ginecologia e estão deslumbrados com a "nova" profissão.

E pode me chamar de "careta", mas na minha opinião, bailarina "de balada" leva consigo a "balada" mesmo que esteja se apresentando no Club Homs para a mais fina flor da Sociedade Árabe Paulistana. Ou seja: sua forma de se comunicar com o público já leva aquele ar carregado de volúpia e sensualidade, e isso a faz perder, em muito, a mágica de estar no palco;

É para se pensar com carinho gurias. Por isso, àquelas que estão pensando em se iniciar na dança do ventre da noite de São Paulo: como tudo na vida, tem seus prós: fama, sucesso, todo mundo querendo fazer seu workshop sem pensar no preço. Mas seu fardo diário é carregar os contras.

Um beijo
 

©2009 Amar el Binnaz | by TNB