
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Domínio Público - Ministério da Educação

segunda-feira, 27 de julho de 2009
Maquiagem drag!!!
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Utilidade pública parte II – Desconto de Recebíveis: será?

Olá galera!!!
Então, geeeemtchi... tô arrasada. Um post interessantíssimo e poucos comentários. Mas promessa é dívida (não com o cartão de crédito, claro...), então, aí vai:
Hoje quando vamos nos matricular em grandes escolas, ou com algumas professoras, nos é oferecido um “pacote”, que pode variar entre trimestral, semestral e anual. Em geral, quem contrata o pacote de aulas pago menos do que se fosse pagar a mensalidade individualmente, e, teoricamente tem a tranqüilidade de não se preocupar com dinheiro naquele período.
Como aluna? DE-TES-TO. Eu tenho uma boa experiência nisso: comecei com um contrato trimestral, e depois adquiri o pacote anual. Em primeiro lugar porque A QUALQUER MOMENTO pode te dar uma “dor de barriga” e vc precisar abrir mão das aulas de dança para equilibrar as contas. Acontece com todo mundo gente, não vamos nos enganar, né?
Além do mais, sua química com a professora pode acabar também... acontece? Ô. Pode acontecer super de você estar insatisfeita com as aulas e, após várias tentativas de conversa sem sucesso com a professora, querer sair... mas aí vem o outro lado da moeda.
Existe hoje um produto bancário que é considerado por muitas professoras a salvação da lavoura: o Desconto de Recebíveis. Pra quem não conhece a expressão, explico: as professoras ou escolas que acolhem pagamento em cheque ou em cartão de crédito solicitam ao Banco o “desconto” desses recebíveis. Nada mais é que uma troca, vc troca os cheques ou orpags com o Banco, que cobra uma taxa para cada operação de desconto. Assim sendo o Banco fica responsável pelo recebimento dos pagamentos e, se houver inadimplência, 3 dias úteis depois debita o valor da professora que fez o desconto. É isso.
Pode parecer uma ótima a olho nu, mas não é. Quer ver por que?
Desconto não é capital de giro: trocou os cheques de três meses de aula amiga? Hasta la vista. Dinheiro na mão é vendaval, e se você não tomou o cuidado de reservar uma parte para pagar as contas do mês que vem, PERDEU PLAYBOY!!! Já pensou que o mês que vem você só vai receber das alunas que pagam “em dinheiro”? Se a maioria das suas alunas paga em dinheiro, beleza, problema nenhum pra você. Mas se a maioria paga em cheque, você terá um pequeno rombinho para cobrir em curto prazo, ou terá que “captar” novas alunas, que paguem em dinheiro para cobrir. Se você fizer um esforço para conseguir novas alunas, e estas pagarem em cheque, e você trocar de novo no banco, teremos aqui uma situação bem difícil de resolver a curto prazo... virou bola de neve mesmo.
Não confie em contratos de gaveta: o código de defesa do consumidor defende que o consumidor pode desistir da compra até 30 dias após a aquisição do produto ou após a finalização do serviço. PONTO. É uma lei e está acima de instrumentos particulares. Então se você descontou os cheques de sua aluna dos próximos três meses e amanhã ela disser que não quer mais ter aulas, você é OBRIGADA pela LEI a devolver os cheques ou o dinheiro na data em que os cheques compensarem. Qualquer contrato de gaveta é facilmente dissolvido juridicamente quando existe uma lei que regulamenta as relações entre fornecedor-consumidor, no nosso caso, professora-aluna.
Confie no seu taco, mas domine suas contas. Se você é linda, maravilhosa, carismática e todo dia 100 alunas batem a sua porta, e você pode trocar cheques a vontade porque sempre tem gente nova para cobrir os pequenos rombos, que Lindo....
Mas quem é rélis mortal como eu sabe como é DIFÍCIL trazer a aluna para a sala de aula e torná-la fiel. Conseguir novas alunas com o mercado de dança do jeito que está é matar um leão por dia messssmoooo... Recadim: Controle suas contas, não queira fazer os 1334365467 workshops que são oferecidos por aí, comprar todas as roupas, todas as maquiagens e tudo o mais confiando em dinheiro descontado que NÃO ROLA.
Bom, espero ter ajudado a todas, e um ótimo final de semana.
terça-feira, 21 de julho de 2009
Movimentação Bancária para Bailarinas

Hoje resolvi escrever sobre um serviço de utilidade pública: movimentação financeira para bailarinas. Abrir uma conta corrente. Eu sei que esta é uma questão delicada para as profissionais que escolheram viver de dança porque, pelo fato de não existir um vínculo empregatício, em muitos bancos é muito difícil ou quase impossível abrir uma conta corrente, pegar um talão de cheque ou conseguir um cartão de crédito.
Existe luz no fim do túnel? Existe, claro, sempre. Hoje vou falar sério e colocar meus 10 anos de experiência na área para ajudá-las.
Em primeiro lugar: “Só queira quem quer você”. Ou seja, pára de se matar para abrir uma conta em um banco que faz 1 milhão de exigências (eu ia citar nomes, mas desisti) só porque você acha que lá tem poucos clientes e que o atendimento será personalizado. Nem sempre nega. Vá ao banco que faz menos exigências para abertura da conta, porque, afinal, você quer apenas uma porta de entrada. Qual perfil de cliente você será quando já estiver lá dentro são outros quinhentos.
Segundo: uma vez que você conseguiu abrir a conta, tenha uma conversa franca com seu gerente. Diga que você é bailarina e professora, e que seu rendimento mensal é volátil, e que oras você o banco poderá contar com você e oras você precisará desesperadamente do banco. Mas nunca omita nenhuma informação. Nesse ponto eu iria além: convide o gerente a visitar sua academia, ofereça uma aula gratuita, leve um cartão. Você pode até pensar “Pô, mas o gerente vai achar puxa-saquismo, vai pensar isso e aquilo, vai pensar que estou querendo trocar favores, etc..”. O fato é: não deixe o gerente do Banco esquecer de você. Um cartãozinho no porta cartões de um gerente de banco, muitas vezes, vale mais do que 10 anúncios no Jornal Oriente. Sério. Porque a gente está em contato com todo o tipo de gente, que tem todo o tipo de interesse, o tempo todo. De repente um comentário inocente do tipo “Nossa, to querendo fazer algo diferente, aprender Dança do Ventre, sei lá”, e o gerente saca o cartãozinho que vc deu e indica, é um marketing que vc não fez esforço NENHUM para usufruir, tcherto?
Terceiro: NUNCA, digo NUNCA MESMO, coloque o gerente na parede ou mesmo o chame pra briga porque ele disse um não pra você. Simplesmente pergunte qual é o motivo da recusa e tente contra-argumentar com a seguinte colocação: hoje todos os Bancos possuem inúmeros tipos de produtos e serviços para atingir uma gama ainda maior de clientes, certamente outro serviço do banco poderá lhe antender. O que acontece muitas vezes é que achamos que o gerente tem que engolir o conceito do “to pagaaaaanoooo” e fazer todas as suas vontades, porém a realidade tá longe de ser assim.
Quarto: caso você tenha uma colega que já é cliente tradicional em qualquer banco, não tenha vergonha de pedir a ela para apresentá-la ao gerente e intermediar a abertura de sua conta.
Quinto: mantenha um relacionamento de amizade com seu gerente, mas jamais exija dele que faça algo que está fora de sua alçada. Porque nega, muito mais importante do que a amizade dele com você é o emprego dele, na boa. Segurar conta estourada mais do que 3 dias já entra no rol de “estraga a amizade e a reputação”. Caso aconteça uma dor de barriga maior e vc precise desesperadamente do banco (conforme já citei lá no segundo item), NÃO LIGUE. Vá pessoalmente ao banco e seja franca com o gerente e peça a ele para encontrar uma solução junto com você.
Sexto: passe TODOS os seus rendimentos pela conta – cachês, pagamentos de aulas, dinheirinhos extras, venda de roupas, de tudo... passe TUDO pela conta. Porque as “estrelinhas” do seu céu bancário atendem pelo nome de SALDO MÉDIO. Se você movimenta a conta somente para receber depósitos de aulas daquela única aluna sua que usa aquele banco, e depois precisar de um cartão de crédito daquele banco, seu limite vai ser atribuído conforme aquele saldo médio. Daí minha nega, nem dá para parcelar aquela roupa egípcia looooooosho no cartão porque o limite é muito baixo.
Bom, habibas, falei demais né?
Outro dia eu escrevo mais sobre administração financeira para bailarinas, e um assunto que quero muito alertá-las que é sobre “Pacotes de pagamentos que matam o relacionamento aluna-professora”, que atende pelo nome técnico de “Desconto de cheques”.
Beijins e até a próxima.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
A “Deusificação” das artistas: quem ganha com isso?
Olá meninas...Eu nem fechei a semaninha de make né? Quando chegar em casa, vou baixar as fotos do evento da Alessandra e posto algumas fotos da minha make, prometo! Não foi uma maaaaaaaaaaaaaaaaaake tão legal assim, mas deu pro gasto. E cílios postiços enooooormes que vcs sabem que neste corpo de mulher mora uma Drag Queen LOCA LOCA LOCA!!
Bom, tem um fato que eu gostaria de comentar com vocês aqui no blog, que já faz um tempão que me deixa bolada: a Deusificação das artistas no meio de dança do ventre. O que é deusificação? É uma palavra que eu quis usar (nem sei se existe) para indicar situações em que a bailarina é considerada deusa, um ser superior, fada, essas coisas. É claro que em sala de aula a gente sempre fala “sejam deusas” e coisa e tal, mas ninguém a não ser nós mesmas, nos tratamos assim.
Mas há artistas no meio de dança que são consideradas “Entes iluminados”. Estão acima da condição de meros mortais, e transmitimos ao artista não só admiração pela técnica, mas uma verdadeira veneração desnecessária. E quando há a descoberta de que o artista não passa de “mais um”ser humano, a decepção atinge níveis arrasadores.
Aconteceu com a minha primeira profe de dança: a professora dela era uma das maiores do Brasil (nem adianta que não vou citar nomes). Ela a considerava uma deusa, alguém além da compreensão de meras estudantes de dança. Uma diva. Daí um belo dia a Diva chega pra ela e diz “Acho que vc tem que participar da aula do tal dia da semana”. Esse dia era dedicado às aulas das bailarinas profissionais. A profe ainda perguntou para a tal Diva “Ce tem certeza?”, a outra respondeu, “Claaaaro”.
Bom, para encurtar a história, passaram-se 3 sextas feiras sem a Diva nem notar a presença da profe, nem corrigir movimentos, nem nada. Daí na quarta semana, a Diva com a maior inocência do mundo perguntou: “Mas você não era do avançado?” Daí a profe respondeu “Sim, eu era, vc me mandou pra cá”. Daí a Diva deu o veredicto: “Não, não, nem pensar, pode voltar pra lá, aqui você não se encaixa não.”
Nem preciso falar que a profe saiu da escola, e quase que saiu da dança também, tamanha foi a decepção que ela teve com a tal “Diva”.
Ano passado me embrenhei em uma discussão no orkut com uma grande aqui de Sampa que também é Deusificada. Recebi dezenas de e-mails carinhosos, dizendo “Você é uma recalcada, uma mal-amada, porque a fulana é um ser iluminado, está acima disso e acima de você”. De quem?
Nossa professora tem de ser vista, antes de tudo, como um ser humano. Que ama, odeia, sofre, ri, faz xixi e cocô, acorda com bafo, descabelada, pode algum dia estar mal arrumada e de lenço com bobs na cabeça. Ou seja: uma mulher normal. Que pode estar de bom ou mal humor, dependendo das condições do dia. A relação entre aluna-professora deve conter admiração, claro, mas, acima de tudo, deve ser uma relação de amizade, de parceria, de generosidade, de compreensão. Por que, 1 aluna satisfeita com suas aulas talvez comente com 4 ou 5 coleguinhas. Uma aluna decepcionada com você levará a informação ruim a, no mínimo, 25 pessoas. Você acha que realmente vale a pena ser deusificada?
Além disso, normalmente, as “Deusas” não fazem aulas com ninguém, são auto-suficientes. Não se atualizam nem se reciclam. Resultado? A dança fica limitada e previsível. E, por conseqüência, deixa de ser interessante. Como diria a (essa sim, de verdade) GRANDE Carlla Sillveira: “Não é privilégio de ninguém que não estude”.
Se você trata sua professora, ou a artista que vc mais gosta como um ser humano normal, esse post não é pra você. Mas se vc pensa que sua professora é “Linda, necessária, vitaminada, Deusa, ente iluminado”, essas coisas, é melhor que você volte sua atenção muito mais para o estudo do que para a pessoa.
Grande beijo.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Dicas de Make dia 3 = Pele

Olá habibas...
Preparando a pele com base, corretivos e afins....
Contornando o rosto para parecer mais fino...
terça-feira, 14 de julho de 2009
Dicas de Make dia 2 = Pincéis

Hello habibas...
(*) Sigma Makeup é uma linha de pincéis desenvolvida pela Simone, brasileira que mora nos Estados Unidos, e tem por "inspiração" os pincéis da MAC. Há quem diga, inclusive, que alguns de seus pincéis são melhores do que os pincéis da MAC, de forma que vale muito a pena conferir.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Semana de festival = dicas de make!!!!

terça-feira, 7 de julho de 2009
Eu sou aquela amante à moda antiga... do tipo que ainda manda flores...

Quero agradecer a todas as mensagens de carinho pro meu amôoooo que está em tratamento, mas graças a Deus, o pior já passou.
Vamos lá, o post néam...
Semana passada, enquanto estava lavando o banheiro (é fofuras, recém casada, sem secretária do lar = buchinha, cândida e sabão para esfregar os azulejos do banheiro, tcherto?), fiquei pensando qual a vantagem da bailarina manter uma aura de deusa o tempo inteiro, cabelos, unhas, maquiagens, tudo impecável... tralalá.
sábado, 4 de julho de 2009
Sumida? Não... só sumidinha...
Semaninha do cão essa que tive, não tive um tempim pra postar nada, embora tenha rascunhado alguma coisa:
- Dança com a cobra - será que os animaizinhos são bem tratados fora de cena?
- A relação relacionamento amoroso x paixão pela dança do ventre
- Tenho alguns workshops legais pra divulgar
- Tenho um smokey eye preto = cinza com fotos, só falta montar o vídeo.
Masssss... meu maridim precisa parir uma pedrinha dos rins. Pense em mim como um ser humano atormentado que vê a pessoa que mais ama sentir uma dor dessas e não poder fazer NADA. Tô assim.
Prometo que na semana que vem posto bastaaaaante, ok?
Beijins
